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14 de nov de 2010

Doenças Neurológicas

As doenças neurológicas estão cada vez mais presentes nos indivíduos brasileiros e o número de casos está chegando a níveis alarmantes.

Nas nossas escolas muitas das nossas crianças e adolescentes apresentam algum tipo de doença neurológica, já diagnosticada, mas muitos deles não têm o diagnóstico mesmo que apresentem algum sintoma e/ou sequela.
O aumento da expectativa de vida dos brasileiros está contribuindo para que a nossa população se torne 
de idosos. Pesquisa do ano de 2004 aponta que há seis idosos para cada cinco crianças com até cinco anos, ou seja, proporcionalmente a nossa população já está envelhecendo.
Isso nos leva a refletir que havendo uma população que vive  mais por conta do declínio no número de doenças infecciosas e parasitárias nos últimos 70 anos,  esta mesma população deva estar vivendo com melhor qualidade de vida.
Mas, o que os dados das pesquisas nos apontam é que outras doenças e condições surgiram nesse período, dentre elas as causadas por fatores externos e fatores do sistema circulatório e que esses casos podem ser tratados e controlados.

Embora essas doenças possam ser prevenidas, controladas e  também tratadas, muitas delas estão levando um grande número de brasileiros a morte, como é o caso do AVC (Acidente Vascular Cerebral, ou "derrame") que aparece em primeiro lugar na lista “As 10 causas Líderes de morte, Brasil,  2004”.
A prática do tabagismo contribui como fator de risco para a morte em várias doenças. Os maus hábitos alimentares e o estilo de vida também são fatores de risco para o desenvolvimento de várias doenças que podem nos levar a óbito.
Muitas dessas práticas e estilo de vida podem também afetar a saúde física e mental das crianças desde a fase da sua concepção até a vida adulta.
Em recente pesquisa realizada no Brasil pelo Instituto Glia, tendo como sujeitos pais e professores de 9.149 crianças e adolescentes das cinco regiões do país, 16 estados e 81 cidades brasileiras, temos como alguns fatores de risco para a saúde mental infantil o uso pela mãe de substâncias, durante a gestação da criança, de tabaco um risco de 1,8 vezes e álcool de 2,4 vezes maior;  para o baixo desempenho escolar o uso de substâncias durante a gestação da criança: tabaco um risco 1,7 vezes e álcool 1,5 vezes maior.
Os hábitos alimentares, o estilo de vida, os cuidados com a própria saúde e com a saúde das crianças desde a sua gestação e  a prevenção de acidentes pessoais (que se atingir áreas cerebrais pode ter como sequela a EPILEPSIA) podem prevenir várias doenças neurológicas como AVC, Alzheimer, Parkinson, Epilepsia, Esclerose múltipla, etc.
Alguns dos transtornos neurológicos, causados por um funcionamento inadequado do cérebro, como o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) e a DISLEXIA já estão sendo diagnosticados em crianças, adolescentes e adultos em todo o Brasil.

Mas, e aquelas crianças que apresentam sinais de alguma doença neurológica ainda não diagnosticada, como é o caso da EPILEPSIA ( que é diagnosticada basicamente pelo relato clínico de sintomas das crises). Os seus pais e educadores sabem reconhecer, por exemplo, os sinais de uma crise de Epilepsia que vai muito além de uma crise convulsiva?


Postarei um vídeo mostrando didaticamente como agir diante de uma crise de epilepsia.

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