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21 de ago de 2009

Sensibilidade à luz pode afetar aprendizado escolar.

Sinais de desconforto ao sol e iluminação artificial intensa podem revelar dificuldades nas atividades escolares, leitura, equilíbrio e fala.

Você sabe como está o desenvolvimento escolar e pessoal do seu filho? Observar o comportamento do aluno durante os estudos e as brincadeiras é a melhor forma de acompanhar e perceber como está sua evolução.
O desconforto ao sol, a utilização de régua ou dedo para acompanhar as linhas de um texto, o apoio da testa com as mãos durante a leitura, a procura constante por sombra para brincar e a distração no momento dos estudos são sinais de que as atividades não estão sendo aproveitadas integralmente.

"A exposição à luz solar ou à luminosidade intensa em diversos ambientes, como escritórios, escolas e supermercados, pode provocar, em diversos indivíduos, sensações de irritabilidade, ansiedade e fortes dores de cabeça. Isso acontece porque essas pessoas podem ser portadoras de hipersensibilidade a uma determinada freqüência de luz, já que percebem a luminosidade mais forte e brilhante que as demais pessoas", observa a médica.


Quando o sistema visual está comprometido, o aprendizado será afetado. Isso porque 85% de tudo que se aprende são informações recebidas pela visão. Possíveis problemas de aprendizagem não são detectados com o exame ocular tradicional. Para detectá-los em tempo hábil de não afetar o desempenho escolar, é necessário fazer exames e testes mais específicos que avaliam o processamento cerebral da visão.

Nos casos em que a hipersensibilidade à luz (também conhecida como fotofobia) chega a afetar o aprendizado, pode ser diagnosticado caso de Síndrome de Irlen.

Mesmo bons leitores, sem dificuldades de aprendizagem, podem ser portadores desta hipersensibilidade. Nesses casos, ela se manifesta pelas crises de enxaqueca, irritabilidade, ansiedade e redução da produtividade profissional". Fora do ambiente escolar e de escritório, esses sintomas também podem aparecer em lugares com neblina, chuva, mormaço e trânsito, com as luzes noturnas e dos faróis, uma vez que nesses casos a claridade é instável.

Com um tratamento adequado que bloqueia determinadas freqüências de luz, que são especialmente agressivas para essas pessoas, melhorara muito o desconforto com a luz solar e artificial.

Fonte:Agência Brasileira de Notícias - Dra. Márcia Guimarães

Um comentário:

  1. Norita,

    parabéns pelo blog. Aqui tb tem notícia e conteúdo dos bons!

    Um grande abraço e obrigada pela postagem!

    Claudia Farnesi

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