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5 de jul. de 2012

O Cérebro e a Neurociência. Epilepsia

Programa produzido pela Univesp TV para o curso de extensão Ética Valores e Saúde na Escola, oferecido pela Universidade de São Paulo.

Os doutores Esper Cavalheiro e Li Li Min, abordam a Epilepsia.

Fonte: Vídeo TV UNIVESP

11 de mar. de 2012

Epilepsia tem alta incidência na escola. Os educadores são fundamentais na identificação.



Por
Norita M. Dastre
A Epilepsia é uma condição neurológica grave mais comum na infância e na terceira idade no mundo todo. Estima-se que no Brasil cerca de três milhões de pessoas são acometidas pela Epilepsia e dentre elas 50% são crianças. Pesquisa aponta que onze em cada mil sujeitos com Epilepsia têm de cinco a quatorze anos, ou seja, são as crianças e os adolescentes em idade escolar. O maior número de casos de epilepsia se encontra na população de baixa renda e nos extremos da faixa etária: infância e na terceira idade como uma das sequelas do AVC.
Segundo o Dr. Li Li Min, Neurologista professor da Universidade de São Paulo,  nos países em desenvolvimento a maioria dos pacientes com epilepsia não recebe tratamento adequado e sofre estigmatização pelo diagnóstico.
Esses dados expressivos apontam para a necessidade de investimentos em ações de divulgação sobre a doença para a conscientização da população sobre os fatores de risco para a Epilepsia, os tratamentos disponíveis nos equipamentos de saúde pública, sobre o que está sendo produzido cientificamente e acerca da assistência à saúde das pessoas com epilepsia.

14 de nov. de 2010

EPILEPSIA





 









Personagens da história mundial, que contribuíram com a nossa sociedade como Van Gogh, Napoleão Bonaparte, Machado de Assis, Alfred Nobel, Joana D’Arc, etc. tiveram epilepsia. Isso significa que as pessoas portadoras de Epilepsia não são menos inteligentes e que atualmente, com os avanços da medicina, elas podem ter uma qualidade de vida muito melhor que esses personagens tiveram nas suas épocas.

EPILEPSIA:
  • Condição neurológica grave muito comum que acomete 1-2% da população brasileira, ou seja, 3 milhões de pessoas;
  • Aproximadamente 50% dos casos começam na infância ou  na adolescência;
  • Ainda hoje essas pessoas, com epilepsia, são estigmatizadas e discriminadas na nossa sociedade por conta da falta do conhecimento de que essa é uma condição tratável.
Em 1997 foi lançada uma campanha global pela Organização Mundial da Saúde (OMS) “Epilepsia fora das sombras” atendimento e tratamento da epilepsia.
ASPE- ONG Executora Oficial da Campanha Global” Epilepsia Fora das Sombras” da O.M.S no Brasil
“Esta campanha desenvolve projetos em diversos locais do mundo com o objetivo de melhorar a identificação e o manejo das pessoas com epilepsia, incrementando a participação da comunidade e criando um modelo de tratamento integral aos pacientes e familiares. Em 2001, a Campanha Global entrou na sua segunda fase com a instituição de projetos demonstrativos que visam formular através de metodologia científica um modelo de tratamento aos pacientes com epilepsia. Têm como objetivo investigar e testar a eficácia de um programa de intervenção que melhore o diagnóstico e tratamento da epilepsia usando drogas de primeira linha e que reduza o impacto do estigma na epilepsia. Quatro países, China, Senegal, Zimbábue e Brasil participam oficialmente desta segunda fase da Campanha Global.
O projeto demonstrativo brasileiro está em andamento desde 23 de setembro de 2002, coordenado e executado pelo projeto ASPE (Assistência à Saúde de Pacientes com Epilepsia), uma organização civil, não-governamental, sem fins lucrativos, de direito privado, de caráter médico-social fundada em 27/03/2002, com sede jurídica na cidade de Campinas, Estado de São Paulo, endereço eletrônico ASPE: www.aspebrasil.org .
A ASPE foi formada então, a partir desta Campanha Global, e conta hoje com os seguintes departamentos: científico, médico, educação, psico-social e comunicação.”
Disponível em < http://www.aspebrasil.org/quemsomos.php > Acesso em  20/9/2010  
DEFINIÇÃO
É uma condição neurológica crônica grave caracterizada por:
·        Crises epiléticas repetidas no intervalo maior que 24 h.
·        Na ausência de febre. A convulsão febril é causada por um fator externo – a febre,  nesse caso a convulsão não é epilepsia.
·        Na ausência de infecções no sistema nervoso ou intoxicação. Ex. convulsões por overdose de drogas não é epilepsia.


COMO SÃO AS CRISES

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